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27 jan
06 maio

Estresse engorda? | Projeto Mulher

ese2É só pintar uma tensão forte, provocada por acúmulo de trabalho, trânsito caótico, discussão em casa e pronto: você aumenta a ingestão alimentar, muitas vezes sem se dar conta de que está passando dos limites. Para saber até que ponto o estresse é o culpado pelos seus quilinhos a mais, é preciso entender como esse mecanismo funciona.

O estresse no corpo humano, seja ele físico ou emocional, aumenta a estocagem de gordura devido a um mecanismo de defesa que ajuda o homem a “sobreviver” mesmo em condições adversas. Isso leva ao aumento da frequência cardíaca para preparar os músculos para a “luta” pela sobrevivência, gerando um maior fluxo sanguíneo. Quimicamente, essa fase envolve a produção de vários hormônios, levando a uma reação em cadeia na qual algumas células e hormônios ligados ao cérebro (envolvendo o Hipotálamo, Hipófise e Supra Renal) informam aos receptores das células adiposas a aceitarem maior quantidade de gordura, aumentando o estoque adiposo. Isso ocorre por que em situações de tensão, a glândula supra renal produz os hormônios adrenalina e cortisol, que preparam o corpo para situações de perigo. Na prática, é como se o corpo pedisse, nesse momento, um alimento calórico como um doce, por exemplo, capaz de dar energia instantânea.

Tanta oscilação hormonal faz com que o organismo perca o equilíbrio físico e psíquico. Nessa fase, em busca da ”tranquilidade e do conforto perdido”, ocorrem os picos de ansiedade que levam a pessoa a comer mais do que o habitual, principalmente os alimentos ricos em gordura e açúcar, sendo especialmente este último muito procurado por estressados. Esse consumo resulta na secreção de endorfinas, substâncias fabricadas pelo próprio cérebro que geram a sensação de bem estar e conforto ao organismo.

O mecanismo exato pelo qual o estresse atua no ganho de peso deve ser melhor pesquisado, pois entender melhor este assunto e as fontes de estresse é importante para a solução do problema.

E importante lembrar que as dietas da moda e crenças errôneas sem embasamento científico podem piorar os sintomas do estresse, então é de suma importância obter a orientação de profissionais da área para o emagrecimento saudável e definitivo.

 Algumas dicas para o emagrecimento saudável:

  • Coma de maneira fracionada – 5 refeições/ dia;
  • Habitue-se a ingerir diariamente alimentos saudáveis (saladas, frutas,  verduras, alimentos integrais, carnes, leite e derivados magros);
  • Esteja sempre com uma garrafinha de água por perto e pelo menos no mínimo dois litros por dia;
  • Pratique exercícios no mínimo 3 vezes por semana (1 hora);
  • Durma bem;
  • Controle o nível de estresse.

Matéria elaborada pela Equipe RGNutri: http://www.rgnutri.com.br

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03 maio
24 abr

Dieta Pré e Pós-Exercício: Qual a Melhor Estratégia? | Projeto Mulher

Foto: Stock.XCHNG/ Royalty Free

Foto: Stock.XCHNG/ Royalty Free

O principal objetivo de uma refeição pré-exercício é fazer com que o esportista não se sinta fraco e nem lento antes e durante a atividade. Por isso, da mesma forma que o jejum é contra indicado neste momento, também não é recomendado treinar com o estômago totalmente cheio. Isso poderia diminuir a performance e até trazer consequências desagradáveis, como indigestão, náuseas e até vômitos.

A equipe da RG Nutri recomenda fazer uma boa refeição, como um café da manhã completo ou almoço, de 2 à 4 horas antes do exercício, respectivamente. Se o tempo entre a última refeição e o horário do início do treino for inferior (para quem acorda e vai treinar imediatamente), priorize apenas os carboidratos (pão, biscoito ou bolo simples, barra de cereais, géis de carboidrato ou frutas) e dispense as proteínas (leite, queijo, iogurtes) e as gorduras em geral. Isso melhora a absorção dos carboidratos, que são essenciais para este momento, pois garantem energia, e não “pesam” no estômago na hora do treino.

Alguns alimentos ricos em fibras, como cereais fibrosos, grãos, hortaliças cruas e algumas frutas, como laranja com bagaço ou abacaxi, não são recomendados neste momento, pois podem causar desconforto intestinal.

Alimentar-se para obter o melhor desempenho também inclui fazer uma escolha inteligente dos alimentos a serem ingeridos após o exercício físico. Isso restabelesce os músculos do atleta para o próximo evento ou competição.

Para recuperar totalmente a energia muscular, é necessário comer nos primeiros 30 minutos após o exercício e fazer outras refeições pequenas a cada três horas.

Se não é possível ingerir alimentos sólidos nos primeiros 30 minutos ou se não houver alimentos disponíveis, recomenda-se beber 2 copos de uma bebida esportiva. É igualmente importante hidratar-se após a atividade física.

A melhor recuperação pós-treino é obtida ao se combinar o consumo de carboidratos e proteínas, que são extremamente importantes para recompor os músculos. As proteínas estão presentes em alimentos de origem animal, como queijos, iogurtes, leites, carnes, frios magros. Dessa forma, uma refeição ótima após o treino pode ser um sanduíche ou uma combinação de macarrão com frango.

DICAS DE ALIMENTOS
PRÉ-TREINO
DICAS DE ALIMENTOS
PÓS-TREINO
Pão de forma ou francês, biscoitos (Maisena, água e sal, leite, etc), bolo simples (de fubá, laranja), barra de cereais, cereais simples, géis de carboidrato, banana ou outras frutas
Sucos de frutas
Sanduíche de peito de peru e queijo branco com suco de abacaxiBolo de cenoura + iogurte + frutaSalada verde + Espaguete ao sugo com frango grelhadoSalada + Arroz com brócolis + filé grelhado

 

Matéria elaborada pela Equipe RGNutri: http://www.rgnutri.com.br

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