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18 maio

A primeira aluna do Projeto Mulher conta como aprendeu a atingir os objetivos.

Bia na meia maratona do Rio de Janeiro, em 2012.

Bia na meia maratona do Rio de Janeiro, em 2012.

Sempre fui uma pessoa ativa, mas nunca corri como esporte. Na verdade eu nunca soube correr, apenas caminhava.

Em maio de 1998, eu então com 28 anos e acima do peso, não conseguia emagrecer. Já tinha tentado algumas dietas malucas sem resultado até procurar a nutricionista Heloisa Guarita, uma das fundadoras do Projeto Mulher.

Fiz o programa de reeducação alimentar da RG Nutri por um mês, caminhava e nadava duas vezes por semana. Tive resultado, mas ainda faltava eliminar de 5 a 6 kg e não tinha músculos. Foi quando a nutricionista me apresentou a outra sócia, a triatleta Cris Carvalho, que me mostrou como funcionava o Projeto Mulher, um programa de trabalho bem ousado e inovador para a época.

Achei uma loucura treinar por uma hora. Não conseguia correr nem 15 minutos. Pensei: essas duas são loucas, não vai dar certo. Mas encarei o desafio pensando que o resultado seria eu ficar forte e magra.

No começo foi muito difícil, eu ficava exausta e com muitas dores musculares. E olha que no início foi só um mix de caminhada, corrida e fortalecimento. Tudo bem gradual.

Tive que aprender a lidar com planilha de treino, seus termos e quais tênis eram apropriados. Comprei um relógio polar para ver a pulsação e todo um universo novo se abriu à minha frente.

Com a Cris Carvalho aprendi quais eram os limites do meu coração em descanso e durante a corrida e assim, com segurança, evolui.

A cada encontro vivenciava novas descobertas sobre o meu corpo, aprendia novos exercícios físicos. Conheci pessoas diferentes, troquei experiências e pude ter uma visão diferente do parque do Ibirapuera e da natureza da cidade de São Paulo.

Gradualmente fui perdendo os quilos extras e ganhando massa muscular. Passei a dormir melhor, entrar em roupas que antes parecia impossível, fiquei com mais disposição para trabalhar, meu humor melhorou, enfim foi tudo de bom.

Depois de seis meses de treinos, a Cris me deu alguns objetivos: meu primeiro corrida foi no Ibirapuera, na corrida contra o Câncer e Mama. Depois a da Avon, ambas de 5k. Foi o máximo receber medalha, ter as treinadoras lá dando o maior apoio, amigas correndo junto e vencendo uma etapa.

Com as companheiras de equipe do Projeto Mulher, Bia fez a volta a ilha na corrida de Revezamento em Florianópolis.

Com as companheiras de equipe do Projeto Mulher, Bia fez a  corrida de Revezamento Bertioga/Maresias.

Os objetivos foram crescendo e o grupo passou até a viajar junto e a fazer provas fora de São Paulo. Viajamos para o Rio de Janeiro, Florianópolis, Maresias e fizemos até provas internacionais. Além dos benefícios da corrida ganhei uma turma de amigos.

No projeto Mulher aprendi a ter disciplina, rotina e força para atingir meus objetivos, aprendi a ouvir meu corpo, a ter bom senso para fazer escolhas para mim. Aprendi a conviver em grupo, como cuidar de atritos como manter suas opiniões e respeitar outras mais experientes.

Grávida de seu segundo filho, Bia se manteve firme na prática das atividades físicas com a orientação do Projeto Mulher.

Grávida de seu segundo filho, Bia se manteve firme na prática das atividades físicas com a orientação do Projeto Mulher.

Hoje, depois de já ter feito tantas provas de corrida, estar casada, ter dois filhos pequenos, faço esporte seis vezes por semana, intercalando treinos de corrida, bike musculação e aulas de alongamento.

Meus próximos objetivos? Fazer algumas provas de montanha, como Cruce de Los andes ou o desafio das Dolomitas, na Itália.

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15 maio

Jardins urbanos | Projeto Mulher

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O inglês Pete Dungey , preocupado cm o problema das ruas esburacadas de Londres, criou o projeto Pothole Gardens (jardins em buracos) e conseguiu chamar a atenção da população e das autoridades.

A genial ideia é muito simples: basta preencher os buracos das ruas da cidade com plantas e flores. Pete convoca à população a criar os jardins rasteiros e enviar fotos a serem divulgadas no seu blog.

Vale a pena conhecer os resultados, refletir sobre o assunto e quem sabe fazer algo por aqui. Que tal?

Imagina São Paulo um imenso jardim?!

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